O que é earned media: o que os gerentes de marca precisam saber

A maioria das marcas tem um problema de marketing digital disfarçado de problema de estratégia de mídia. Elas passam meses refinando campanhas de busca paga, realizando testes A/B no Google Ads e otimizando seus canais de mídia social — e depois tratam a mídia espontânea como algo que acontece por sorte.
Essa perspectiva está completamente equivocada.
A pesquisa Global Trust in Advertising da Nielsen mostra que 92% dos consumidores confiam mais em recomendações boca a boca e de terceiros do que em publicidade paga. E em 2026, o conceito de mídia conquistada se torna ainda mais relevante, pois, segundo Sean Layton, vice-presidente executivo de earned media do Zeno Group, aproximadamente 85% dos resultados de busca gerados por IA agora são provenientes de fontes de earned media, ou mídia conquistada. Se você não tem earned media value, ou seja, sua presença ainda não foi consolidada, sua visibilidade diminui consideravelmente nos locais onde os clientes em potencial realmente pesquisam.
O que é mídia conquistada, como ela se compara à mídia paga e à mídia própria, e como parar de tratá-la como uma mera questão de sorte? É isso que este guia aborda.
O que é earned media ou mídia conquistada?
Mídia conquistada é qualquer cobertura, menção ou conteúdo sobre uma marca gerado por terceiros sem pagamento direto — incluindo artigos de imprensa, avaliações de clientes, compartilhamentos em redes sociais, menções de influenciadores e
conteúdo gerado pelo usuário. Diferentemente da mídia paga, ela não pode ser comprada; é conquistada por meio da qualidade do produto, da reputação da marca e de esforços estratégicos de relações públicas. É a forma mais confiável de visibilidade da marca.
O que a mídia conquistada não é — porque isso confunde muita gente em discussões sobre terminologia de marketing: um post patrocinado é mídia paga. O blog da sua empresa é mídia própria. Um retweet da sua própria conta é mídia compartilhada ou própria. Uma campanha paga com influenciadores é mídia paga, ponto final. Se esse mesmo influenciador mencionar você seis meses depois em uma lista de resultados orgânicos, aí sim, entra no território da mídia conquistada. Dinheiro e intenção são os fatores decisivos.


Eis o que a diferencia de todos os outros tipos de mídia: você não tem controle direto sobre a mensagem. Essa perda de controle é justamente o que a torna confiável.
Mídia própria, mídia paga e mídia conquistada: qual a diferença?
Esses três termos aparecem constantemente em campanhas de marketing digital como se todos concordassem com o que significam. Muitas vezes, porém, não é bem assim — e essa confusão leva a erros reais de orçamento e estratégia.
Antes do marketing digital transformar a forma como as marcas operam, a distinção era mais fácil de perceber. Mídia paga significava comerciais de televisão, anúncios impressos e espaços em outdoors. Mídia própria significava folhetos e o boletim informativo da sua empresa. Mídia conquistada significava o boca a boca e a cobertura da imprensa por jornalistas que você não podia pagar. Os canais se multiplicaram drasticamente. As categorias, porém, não mudaram.
Tipo de mídia | Quem o cria? | Quem paga? | Objetivo principal | Exemplo |
Merecido | Terceiros (imprensa, clientes, influenciadores) | Ninguém — é mídia livre. | Construir confiança e credibilidade | Artigo de imprensa, avaliação do G2, conteúdo gerado pelo usuário viral |
Pago | Marca (com mídia/agência) | A marca | Aumente o alcance e as conversões rapidamente. | Anúncios do Google, postagem patrocinada, acordo com influenciador |
Controlado | Marca | A marca | Controle a narrativa; construa uma audiência própria | Postagem em blog, lista de e-mails, site da empresa |
Compartilhado | Marca e comunidade | Misturado | Construir comunidade e ampliar o alcance orgânico | Publicação compartilhada por seguidores, concurso de conteúdo gerado pelo usuário. |
Uma observação sobre "compartilhado" na tabela acima: esse é frequentemente o tipo de mídia esquecido. Você cria a publicação original; se ela se espalha ou não depende inteiramente de outras pessoas a compartilharem. Plataformas que você não controla, algoritmos que você não pode prever. Vale a pena monitorá-la separadamente das outras três e, definitivamente, diferenciá-la da mídia conquistada.
Mídia própria e paga como base para sua mídia conquistada
A relação entre mídia própria e paga e a cobertura espontânea é um ciclo virtuoso, não três categorias separadas na sua planilha de planejamento de mídia. Uma mídia própria forte cria as condições para a cobertura espontânea. Um relatório de pesquisa baseado em dados gera menções na imprensa. Uma comparação de produtos realmente útil gera backlinks. A mídia paga amplifica o que já está funcionando.
A maioria das estratégias de marketing digital trata a mídia própria e paga como o investimento principal, e a mídia conquistada como um bônus. Uma abordagem mais inteligente seria: a mídia própria constrói sua presença online e a base de conteúdo; a mídia paga compra alcance e distribuição; a mídia conquistada fornece a credibilidade da marca que as outras duas simplesmente não conseguem criar. Cada uma delas potencializa o trabalho das outras.
Mídia conquistada e paga: por que acertar em ambas é importante?
Mídia conquistada e mídia paga não são concorrentes — elas desempenham funções diferentes na sua estratégia de marketing. As estratégias de mídia paga oferecem alcance imediato e segmentação precisa; a mídia conquistada constrói a confiança a longo prazo que torna a mídia paga mais eficaz. Um cliente em potencial que já viu sua marca mencionada em uma publicação confiável do setor tem muito mais probabilidade de se converter em cliente quando seus anúncios do Google Ads aparecem nos resultados de pesquisa pagos.
As marcas que melhor aproveitam a combinação de mídia espontânea e paga são aquelas que primeiro criam conteúdo próprio de qualidade, permitem que a cobertura espontânea o valide e, em seguida, usam a mídia paga para amplificar o que já está funcionando. Veicular anúncios pagos sem mídia espontânea por trás é como anunciar um produto nas redes sociais sem nenhuma avaliação.
Tipos de mídia conquistada e exemplos de mídia
A mídia conquistada é mais abrangente do que a maioria dos gerentes de marca imagina ao configurar um sistema de monitoramento pela primeira vez. Veja o que você realmente está monitorando e por que cada tipo de mídia tem uma importância diferente.
Cobertura da imprensa
Um jornalista, blogueiro ou publicação especializada escreve sobre sua marca sem receber pagamento. Um artigo no TechCrunch sobre o lançamento do seu produto, uma publicação do setor cobrindo sua pesquisa, um analista citando seu relatório de benchmarking em seu boletim informativo. O valor se dá em três direções simultaneamente: backlinks de alta autoridade que melhoram a otimização para mecanismos de busca, um sinal de confiança para clientes em potencial que encontram a cobertura de forma independente e — em 2026 — contribuição direta para os resultados de busca gerados por IA.
A cobertura jornalística dos meios de comunicação também tem um efeito cumulativo que a maioria das marcas subestima. Jornalistas utilizam cada vez mais ferramentas de IA em suas pesquisas, que revelam marcas com histórico de cobertura na imprensa. Gerar mídia espontânea na imprensa agora é, em parte, um investimento na visibilidade da sua marca em buscas por IA.
A cobertura da imprensa continua sendo o canal de mídia espontânea de maior impacto em termos de credibilidade da marca por publicação. Um único artigo em um veículo respeitado pode gerar tráfego para o site, tráfego de referência e exposição da marca por anos.
Marketing em redes sociais e menções orgânicas
Há uma distinção importante que muitas marcas ignoram entre seus esforços de marketing em mídias sociais e a mídia conquistada que acontece nas próprias mídias sociais. Suas próprias postagens, seus anúncios pagos em mídias sociais, seus canais de mídia social, seu conteúdo próprio — tudo pago ou próprio. Quando alguém marca você, recomenda sua marca ou compartilha seu produto sem ser compensado — isso é mídia conquistada.
As menções em mídias sociais são mídia conquistada em tempo real e acontecem constantemente, quer você esteja assistindo ou não. Uma postagem no LinkedIn de um especialista do setor recomendando sua ferramenta para 20.000 seguidores gera mais credibilidade para a marca com esse público do que um mês de anúncios em mídias sociais direcionados às mesmas pessoas. A diferença está na fonte: sua mensagem ou a de outra pessoa.
As publicações orgânicas de clientes nas redes sociais também estão cada vez mais visíveis nos resultados de busca gerados por IA. Isso significa que seu monitoramento de redes sociais precisa abranger menções de terceiros, e não apenas a atividade em seus próprios canais.
Exposição da marca por meio de conteúdo gerado pelo usuário
Fotos, vídeos, clipes de unboxing, postagens orgânicas de clientes apresentando seu produto. O UGC é obtido quando não solicitado; o UGC incentivado muda para território pago, e o sinal de credibilidade muda com ele. O TikTok de um cliente sobre a viralização de seu produto para a pele é uma exposição de marca que você não poderia ter comprado. Esse mesmo vídeo, financiado por meio de uma campanha de presentes, tem uma leitura diferente para um público que sabe como funciona o marketing de influenciadores – e esse público sabe cada vez mais.
O conteúdo gerado pelo usuário (UGC) também é uma das principais fontes que os mecanismos de busca com inteligência artificial utilizam para reunir informações sobre produtos de consumo. A exposição da marca por meio de conteúdo genuíno gerado pelo usuário agora tem valor direto para SEO de maneiras que não tinha há dois anos.
Outros canais de mídia conquistada
Avaliações de clientes—Em plataformas como G2, Capterra, Trustpilot e Google, a estratégia de mídia espontânea mais subestimada no B2B é, sem dúvida, a mais comum. 69% dos consumidores tendem a confiar mais em avaliações de terceiros do que em afirmações diretas da marca. As avaliações também representam um sinal crescente de busca por IA. E-mails pós-compra com links diretos para avaliações são parte integrante da estratégia, não um mero detalhe.


Menções orgânicas de influenciadores—quando um influenciador recomenda você sem ter feito nenhum acordo. O público dele sabe a diferença entre recomendações genuínas e conteúdo patrocinado. Essas menções orgânicas são as que os mecanismos de busca com inteligência artificial tendem a citar.
Backlinks e citações—sites externos que citam seu conteúdo como uma fonte confiável. A otimização para mecanismos de busca (SEO) que beneficia a mídia conquistada se baseia principalmente nisso.
Participações em podcasts—Os podcasts estão passando de um formato vertical mais perene e extenso para se tornarem um impulsionador de notícias de última hora em 2026. Para públicos-alvo B2B de nicho, em especial, é nesse contexto que a credibilidade é cada vez mais construída.
Por que a mídia conquistada é importante para sua estratégia de marketing
Visibilidade da marca e alcance do público-alvo
A questão da confiança já está resolvida há algum tempo. A visibilidade da marca agora vai além da confiança — trata-se de ser encontrado. Quando seu público-alvo pede uma recomendação ao ChatGPT ou ao Perplexity em sua categoria de produto, a resposta se constrói quase que inteiramente a partir de menções na imprensa, avaliações e citações de analistas. Suas postagens de blog com conteúdo próprio raramente são consideradas. Seus anúncios pagos, definitivamente, não.
Organic influencer mentions—when an influencer recommends you without a deal. Their audience knows the difference between genuine word of mouth and sponsored reads. These organic mentions are the ones AI search engines tend to cite.
Backlinks and citations—external websites referencing your content as a credible source. The search engine optimization case for earned media runs largely through these.
Podcast appearances—Podcasts are shifting from a more evergreen, long-form vertical to being something that is a breaking news driver in 2026. For niche B2B target audiences especially, this is where credibility is increasingly built.
Por que a mídia conquistada é importante para sua estratégia de marketing
Visibilidade da marca e alcance do público-alvo
A questão da confiança já está resolvida há algum tempo. A visibilidade da marca agora vai além da confiança — trata-se de ser encontrado. Quando seu público-alvo pede uma recomendação ao ChatGPT ou ao Perplexity em sua categoria de produto, a resposta se constrói quase que inteiramente a partir de menções na imprensa, avaliações e citações de analistas. Suas postagens de blog com conteúdo próprio raramente são consideradas. Seus anúncios pagos, definitivamente, não.


Isso altera significativamente a matemática do público-alvo. Uma estratégia séria de marketing digital em 2026 leva em conta o fato de que uma parcela crescente de clientes-alvo recebe recomendações de ferramentas de IA que se baseiam quase que exclusivamente em cobertura espontânea. A mídia espontânea agora é o principal fator determinante de como sua marca aparece nas respostas geradas por IA — e nenhuma quantidade de anúncios digitais mudará isso.
Estratégia de mídia para o longo prazo
Uma campanha paga deixa de gerar resultados assim que o orçamento acaba. A mídia conquistada, em qualquer estratégia de mídia séria, se baseia no valor cumulativo. Um artigo bem publicado na imprensa, um relatório de pesquisa amplamente citado, um perfil de avaliação positivo no G2 — tudo isso continua gerando tráfego para o site e credibilidade para a marca por meses ou anos. E quanto mais cobertura conquistada você acumula, mais os mecanismos de busca com inteligência artificial (IA) dão peso à sua marca nas respostas a consultas relevantes.


Uma boa estratégia de mídia não se resume a escolher entre mídia paga, própria e conquistada. Trata-se de entender a função de cada uma: a mídia paga compra alcance, a mídia própria constrói sua presença online e a base de conteúdo, enquanto a mídia conquistada constrói a fidelidade à marca e a reputação positiva que potencializam o trabalho de ambas. Qualquer estratégia de mídia conquistada que trate esses elementos como categorias separadas, em vez de um sistema integrado, está deixando dinheiro na mesa. Para o sucesso de um negócio a longo prazo, a mídia conquistada é o canal mais difícil de construir e o mais difícil de ser replicado pelos concorrentes.
Há também a questão da inteligência competitiva, que surge em poucas conversas sobre planejamento de mídia. Monitorar a mídia conquistada pelos concorrentes revela o que o mercado realmente pensa sobre eles — quais conteúdos recebem elogios, onde deixam a desejar e quais lacunas de posicionamento existem. Essa é uma pesquisa de mercado que você não pode comprar, que acontece de forma transparente, em tempo real, se você estiver acompanhando.
Como gerar mídia espontânea
Você não pode comprar mídia espontânea. Mas você pode, sem dúvida, criar as condições que a tornam previsível. Uma estratégia sólida de mídia espontânea não é uma lista de desejos de relações públicas — é um conjunto de práticas deliberadas que aumentam muito a probabilidade de cobertura. Aqui estão algumas dicas de marcas que a encaram como um sistema, e não como uma mera esperança:
Publique dados genuinamente originais. Não se trata de "10 dicas" — mas sim de pesquisa proprietária de verdade. Uma pesquisa com 500 clientes-alvo. Um relatório comparativo baseado nos dados da sua plataforma. Uma análise de tendências que só você pode produzir. Jornalistas e analistas precisam de algo para citar; se o seu conteúdo próprio for específico o suficiente para gerar comentários genuínos de especialistas, a cobertura espontânea virá como consequência. A pesquisa original é a base da maioria das estratégias de mídia espontânea, porque cria informações que outros têm um incentivo real para referenciar.
Construa relacionamentos verdadeiros antes de precisar de cobertura da imprensa. Identifique de 10 a 20 jornalistas e redatores de newsletters que cobrem seu nicho. Leia os trabalhos deles. Interaja com eles. Envie sua proposta contextualizando com base em artigos recentes. Um e-mail personalizado converte em uma taxa completamente diferente de um comunicado de imprensa em massa. Isso é óbvio, mas ainda raro.
Torne as avaliações dos clientes simples e sem complicações. Sequências pós-compra com links diretos para G2, Trustpilot ou Capterra são infraestrutura para gerar mídia espontânea — não uma estratégia de crescimento ineficiente. O volume e a atualidade das suas avaliações agora afetam diretamente a forma como os mecanismos de busca com inteligência artificial respondem às consultas na sua categoria de produto. Esta é uma das táticas de mídia espontânea com maior retorno sobre o investimento (ROI) disponíveis para marcas B2B atualmente.
Participe ativamente das conversas do setor. Comente em publicações de especialistas do setor no LinkedIn. Contribua para comunidades de nicho. Responda a solicitações de fontes de jornalistas. A visibilidade em conversas profissionais gera menções orgânicas nas redes sociais — às vezes até mesmo de pessoas que administram veículos de comunicação. É um processo lento, mas cumulativo.
Dê recursos reais à mídia conquistada. Não se trata de pagar diretamente por isso, mas sim de construir aquilo que gera o retorno. Serviço excepcional e produtos extraordinários criam o boca a boca; isso exige investimento no produto, não apenas no marketing. Pesquisa original demanda tempo e orçamento. Planejamento de mídia e construção de relacionamentos requerem esforço constante. Marcas que aumentam com sucesso o reconhecimento da marca por meio de mídia espontânea a tratam como uma disciplina, não como um benefício passivo. Impulsionar o reconhecimento da marca por meio de cobertura espontânea é uma prática deliberada.
Uma coisa que não funciona tão bem quanto as marcas esperam: o envio de um comunicado de imprensa isolado para uma lista comprada. Sem um relacionamento real e conteúdo genuinamente relevante, isso não é uma estratégia de marketing digital — é otimismo puro.
Como medir o valor da mídia conquistada
O Valor de Mídia Conquistada (EMV ou earned media value, na sigla em inglês) é uma métrica que estima o custo monetário equivalente para alcançar a mesma exposição da marca por meio de publicidade paga. É útil como referência — para acompanhar tendências ao longo do tempo e comparar campanhas de marketing digital —, mas não como um indicador de ROI isolado para apresentar a um diretor financeiro sem contexto. A fórmula é: (Impressões ÷ 1.000) × CPM. Aplique uma referência de CPM consistente por canal e acompanhe-a como uma tendência, não como um valor absoluto.
Mas o EMV é a última coisa que você deve considerar. Os números mais relevantes são:
Volume de menções na mídia — Total de menções da marca na imprensa, redes sociais, fóruns e sites de avaliação dentro de um período definido. Isso indica se sua estratégia de mídia espontânea está ganhando impulso ou estagnando.
Sentimento — O que importa mais do que o volume? Um alto volume de menções com mídia espontânea predominantemente negativa é pior do que nenhuma cobertura. A avaliação de sentimento em tempo real, que leva em conta sarcasmo, contexto e emojis — e não apenas a contagem de palavras-chave — é essencial em qualquer escala significativa.
Tráfego de referência — Os parâmetros UTM em links de imprensa e avaliações recebidos conectam a mídia conquistada diretamente ao tráfego e às conversões do site. A maioria das marcas ignora isso e depois se pergunta por que não consegue comprovar o ROI.
Participação de voz — Qual a porcentagem de conversas totais na categoria que sua marca detém em relação aos concorrentes? O YouScan calcula automaticamente a participação e o alcance em mídias conquistadas e publicações orgânicas em redes sociais. O monitoramento manual não chega nem perto.
Valor da mídia conquistada (EMV) — (Impressões ÷ 1.000) × CPM. Acompanhe a tendência. Não confie demais no número absoluto.
Medir tudo isso sem uma plataforma dedicada significa ver talvez 10 a 20% do que realmente está acontecendo em todos os veículos de mídia e canais de redes sociais. O Google Alerts não é uma estratégia de mídia.
Como monitorar a mídia conquistada com o uso de redes sociais
O monitoramento de mídia conquistada é a prática sistemática de rastrear em tempo real todas as menções de terceiros à sua marca em canais digitais, permitindo mensurar o impacto, responder rapidamente e detectar crises antes que se agravem.
A maioria das marcas subestima o impacto da mídia conquistada. Os métodos que utilizam criam lacunas previsíveis: o Google Alerts captura notícias indexadas, mas ignora completamente as mídias sociais; a busca manual em dezenas de veículos de comunicação não é escalável; as análises nativas das plataformas mostram apenas o que acontece nas suas próprias contas. Nenhuma dessas opções chega perto de mostrar o panorama completo da mídia conquistada.
Uma plataforma dedicada ao monitoramento de mídias sociais, como o YouScan, preenche todas as três lacunas de uma só vez: rastreamento em tempo real em veículos de notícias, mídias sociais, fóruns, sites de avaliação e blogs; análise de sentimento que leva em conta contexto, sarcasmo e emojis; e monitoramento visual que identifica logotipos e produtos em imagens e vídeos — onde reside uma parcela significativa do conteúdo gerado pelo usuário e onde as ferramentas que utilizam apenas texto não têm visibilidade alguma.


Se você estiver montando sua configuração de monitoramento do zero, o glossário de social listening aborda os conceitos principais. E para marcas que monitoram ativamente mídias próprias e conquistadas em conjunto, nossa página de
dashboards de social listening mostra como uma visão completa e multicanal se apresenta na prática.
Utilizando o YouScan para obter informações detalhadas sobre mídia conquistada
A maioria das ferramentas de monitoramento de mídias sociais oferece alertas de palavras-chave de forma razoável. O
YouScan foi desenvolvido para algo diferente: inteligência completa de mídia conquistada em diversos canais, que combina menções na imprensa, conteúdo gerado pelo usuário (UGC) e dados de redes sociais como Instagram, TikTok, YouTube e outras, em uma única visão unificada — para que os gerentes de marca não precisem juntar relatórios de quatro ferramentas diferentes.


A combinação de escuta visual (reconhecimento de logotipos e produtos em imagens e vídeos), análise de sentimento contextualizada, treinada com linguagem e emojis específicos da comunidade, e o Insights Copilot — um agente de IA que responde diretamente a perguntas em linguagem natural sobre seus dados de mídia conquistada — significa que você pode perguntar "quais veículos de mídia geraram as menções mais positivas neste mês?" e obter uma resposta sintetizada em segundos.
O Audience Insights também revela quem está realmente gerando sua cobertura conquistada: dados demográficos, interesses e histórico profissional. Ele transforma a atividade anônima de terceiros em um perfil de público segmentado que você pode usar para planejamento de mídia, direcionamento de campanhas e estratégia de marca. Solicite uma demonstração personalizada para vê-lo em funcionamento com os dados reais da sua marca.
Melhores práticas para mídia conquistada
Priorize com dados, não com anúncios de produtos
Pesquisas originais geram cobertura da mídia em uma proporção que notícias sobre produtos simplesmente não conseguem igualar. Uma pesquisa com 500 clientes, um relatório comparativo baseado nos dados da sua plataforma, uma análise de tendências exclusiva: tudo isso oferece aos jornalistas material realmente citável. Marcas que produzem dados inéditos conquistam espaço na imprensa. Marcas que enviam comunicados de imprensa sobre atualizações de produtos acabam, em sua maioria, em páginas arquivadas.
A implicação prática para a estratégia de mídia conquistada é: criar conteúdo que seja substancial o suficiente para ser citado, abrangente o suficiente para gerar links e específico o suficiente para gerar comentários genuínos de especialistas. Esse não é o tipo de conteúdo que a maioria dos blogs oferece. É um padrão mais elevado, e vale a pena alcançá-lo.
Responda ao que você está ganhando
Mídia espontânea é uma conversa, e ignorá-la é caro. Uma marca que monitora sua cobertura e responde — reconhecendo publicamente as avaliações, abordando as críticas diretamente, amplificando as menções positivas — cria um ciclo de feedback que gera mais mídia espontânea. A reputação positiva e a fidelidade à marca que surgem do engajamento ativo com a mídia espontânea se multiplicam de maneiras que a publicidade paga não consegue replicar.
As marcas que se envolvem ativamente com a mídia espontânea também detectam as coisas mais rapidamente: uma reclamação viral, um aumento repentino nas menções nas redes sociais, um concorrente ganhando terreno em veículos de comunicação importantes para você. Isso só é possível se o monitoramento for constante.
Considere o monitoramento como infraestrutura, não como um relatório trimestral
O monitoramento em tempo real em todos os canais de mídia conquistada — permitindo identificar uma menção negativa viral antes que ela se alastre — é uma capacidade fundamentalmente diferente de um resumo semanal de notícias. Uma estratégia de mídia conquistada que não inclui monitoramento contínuo é uma estratégia de marketing com um ponto cego.


As marcas que melhor aproveitam a mídia espontânea a longo prazo são aquelas que respondem a ela de forma consistente, a mensuram com precisão e a utilizam para orientar tudo, desde decisões de produto até prioridades de planejamento de mídia. Isso exige um sistema, não uma planilha.
Conclusão
A mídia conquistada é a forma mais confiável e duradoura de visibilidade de marca. Em 2026, ela também será a principal fonte de conteúdo para os mecanismos de busca com inteligência artificial — o que significa que as marcas que a constroem sistematicamente estão obtendo uma vantagem cumulativa em visibilidade de busca, credibilidade da marca e inteligência competitiva que a mídia paga não consegue replicar.
Mídia paga é útil. Mídia própria é necessária. Mas a mídia conquistada é o boca a boca em grande escala — e em um ambiente de marketing digital onde os clientes em potencial confiam cada vez mais em recomendações geradas por IA em vez de publicidade direta, é o canal que realmente faz a diferença na fidelização e na reputação da marca a longo prazo.
Agende uma demonstração do YouScan para entender como o monitoramento de mídia conquistada se encaixa em um fluxo de trabalho completo de inteligência de marca multicanal.


Perguntas frequentes
O que é mídia conquistada ou earned media?
Mídia conquistada é qualquer cobertura, menção ou conteúdo que uma marca recebe de terceiros sem pagamento direto. Isso inclui artigos de imprensa, avaliações de clientes, menções em mídias sociais, referências orgânicas de influenciadores e conteúdo gerado pelo usuário. Diferentemente da mídia paga (comprada) ou da mídia própria (controlada pela marca), você não tem controle direto sobre ela — e é exatamente por isso que as pessoas confiam nela.
Quais são exemplos de mídia conquistada?
Exemplos de mídia conquistada incluem: um jornalista escrevendo um artigo sobre o lançamento do seu produto; um cliente publicando uma avaliação não patrocinada no G2; um criador de conteúdo do TikTok compartilhando um vídeo de unboxing sem receber nada em troca; um apresentador de podcast mencionando sua marca como algo que ele realmente usa; um especialista do LinkedIn recomendando seu serviço para sua rede de contatos; um veículo de notícias citando sua pesquisa original em uma matéria sobre tendências.
Qual a diferença entre mídia conquistada, paga e própria?
Mídia conquistada é gerada por terceiros sem pagamento — o tipo de mídia mais confiável, pois não pode ser comprada. Mídia paga é a publicidade pela qual a marca paga — Google Ads, anúncios gráficos, conteúdo patrocinado, comerciais de televisão, anúncios pagos em redes sociais — oferecendo segmentação e alcance imediato. Mídia própria é o conteúdo em canais controlados pela marca: seu site, blog, lista de e-mails, propriedades de mídia próprias.
Por que a mídia conquistada é importante?
Porque, segundo a Nielsen, 92% dos consumidores confiam mais no boca a boca e em recomendações de terceiros do que em publicidade. Porque, em 2026, aproximadamente 85% dos resultados de pesquisa gerados por IA citam fontes de mídia conquistada — o que significa que a mídia conquistada e a mídia própria, juntas, determinam a visibilidade da sua marca na busca por IA, e não o seu investimento em publicidade paga.



