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Marketing & PR

12 exemplos de apropriação de tendências e marketing de oportunidade

marketing de oportunidade
Jade Becerra Arita

Jade Becerra Arita

Marketing Manager

Publicado originalmente 28 de setembro de 2026

Antigamente, uma tendência era te dar uma semana. Agora, você só tem uma tarde.

Esse é o problema da maioria dos exemplos de marketing de oportunidade e apropriação de tendências na internet: eles mostram a publicação de sucesso, mas ignoram as doze horas de decisões e julgamentos que antecederam o momento de clicar em "publicar". Muitas marcas aproveitam momentos culturais. Bem menos marcas fazem isso sem deixar para trás uma captura de tela que circula entre os usuários por anos a fio.

A diferença entre as postagens de marketing que se aproveitam de tendências e que as pessoas ainda citam e aquelas que elas ainda ridicularizam raramente reside na velocidade. Ambas as equipes de marketing agiram com extrema rapidez. Uma delas soube ler o ambiente primeiro antes de realizar qualquer mídia espontânea.

Abaixo estão 12 exemplos de trendjacking, ou marketing de oportunidade, de 2025 e 2026 que deram certo, três que não deram, a diferença entre trendjacking, newsjacking e marketing de momento, e como avaliar uma tendência antes de publicar.

Os exemplos a seguir são recentes de propósito. Todas as apresentações sobre esse assunto ainda começam com o mesmo tweet de uma década atrás, e as mídias sociais mudaram de personalidade duas vezes desde então. Nada aqui é anterior a 2025, e metade disso aconteceu este ano.

O que é trendjacking ou marketing de oportunidade?

O "trendjacking", ou marketing de oportundiade, é a prática de inserir uma marca em uma conversa cultural em alta online — um meme, um desafio, uma hashtag, um momento compartilhado, datas comemorativas, um e-mail para datas comemorativas — para ganhar atenção sem pagar por isso. A tendência define o momento, não o seu calendário de conteúdo. Ela aproveita uma oportunidade já existente em vez de construí-la do zero. O marketing de oportunidade funciona quando uma marca adiciona algo à conversa nas redes sociais e falha quando a marca apenas a interrompe.

A habilidade do marketing de oportunidade está em dar o seu toque pessoal a comentários dentro de uma conversa cultural que já ganhou força e, então, publicar conteúdos aproveitando-se de tendências enquanto os usuários ainda estão interessados. Qualquer um pode criar uma publicação; o truque é saber se ela realmente contribuirá com algo.

Trendjacking x newsjacking x marketing momentâneo

Três termos, três fontes de impulso, e os gestores de redes sociais usam os três de forma intercambiável. O "trend jacking" aproveita uma tendência cultural com prazo de validade, como um formato de meme ou um áudio viral. O "newsjacking" aproveita uma notícia de última hora — um escândalo corporativo, um recall de produto. O marketing de momento reage a um evento programado, como uma premiação ou um jogo.

A sobreposição é real, e é por isso que esses conceitos acabam se misturando nas reuniões, sejam elas em São Paulo, Minas Gerais ou Estados Unidos. Um único evento pode desencadear os três cenários: uma gafe em um anúncio viral vira notícia de última hora na segunda-feira, transforma-se em um formato de meme na quarta-feira e serve de piada em um evento ao vivo no fim de semana. O rótulo importa menos do que o risco associado a uma determinada tendência. Acontecimentos atuais são os que apresentam mais riscos, pois os fatos ainda estão em evolução. Já as tendências culturais oferecem espaço para reflexão. Para definições precisas, o restante do vocabulário pode ser encontrado no
glossário de escuta social.

Por que o marketing de oportunidade funciona para as ações de marcas?

O aproveitamento de tendências funciona porque a atenção já está voltada para algum lugar, e você escolhe estar lá. Você pula a parte mais difícil de qualquer estratégia de marketing: fazer com que os consumidores se importem. As plataformas de mídia social e comunicação amplificam o conteúdo relacionado a tópicos em alta, então uma publicação bem planejada e feita no início da campanha, muitas vezes como uma tática de guerrilha, alcança uma distribuição que uma publicação programada jamais conseguiria. Tirar proveito disso custa uma fração de uma campanha elaborada, porque a tendência fornece a premissa gratuitamente.

Isso a torna uma ferramenta poderosa para qualquer empresa que precise chamar a atenção sem um orçamento de mídia. A interação com posts que aproveitam tendências atraem potenciais consumidores porque parecem algo feito por uma pessoa, ou seja, uma mídia espontânea, não um relatório trimestral, e é daí que surgem conexões mais profundas com o público.

Um segundo impacto é mais difícil de representar em uma imagem. Um tweet, um TikTok, um outdoor — seja qual for o formato, um bom aproveitamento de tendências mostra que há pessoas por trás da marca e do controle remoto, com senso de humor e que estão antenadas. Também é algo de alto risco, e é por isso que muitas marcas evitam esses momentos.

No entanto, o conceito de relevância tornou-se mais exigente. O relatório Edelman Trust Barometer de 2026 sobre o crescimento de marcas constatou que a relevância hoje passa pela utilidade, identidade, comunidade e emoção — e não apenas pela cultura pop —, alertando que ser relevante em grande escala implica o risco inerente de afastar alguém. A relevância cultural tornou-se um requisito básico; o verdadeiro desafio é marcar presença com credibilidade. Como as marcas buscam os mesmos momentos virais, aquelas que se mantêm relevantes são as que apresentam um ponto de vista, e não apenas agem como um fast food de posts.

12 exemplos de marketing de oportunidade e apropriação de tendências que mostram como isso é feito

Cada publicação segue o mesmo formato: a tendência, a ação da marca, o resultado do engajamento (quando houver um número concreto) e a lição aprendida. Muitas marcas aparecem nos mesmos momentos culturais porque as maiores atraem outras marcas automaticamente. Observe com que frequência o público chegou lá primeiro.

1. Astrônomo contrata a pessoa que ninguém esperava

Astronomer Gwyneth PaltrowAstronomer Gwyneth Paltrow

A tendência: Uma câmera escondida durante um show do Coldplay em julho de 2025 flagrou dois executivos da banda se abraçando, como se estivessem em um reality show. A internet fez o resto.

O que eles fizeram: Após a renúncia de ambos, o Astronomer publicou um vídeo irônico com Gwyneth Paltrow — ex-esposa de Chris Martin — como uma "porta-voz muito temporária", respondendo apenas a perguntas banais sobre fluxos de dados.

O resultado: Segundo a Variety, o tweet ultrapassou 30 milhões de visualizações, tornando-se um dos momentos virais mais assistidos do ano nas redes sociais.

A lição: Quando a tendência gira em torno de você, a única estratégia vencedora é reconhecê-la e mudar de assunto nos seus próprios termos.

2. A Pizza Hut da Malásia transforma um escândalo em uma piada sobre queijo

Pizza HutPizza Hut

A tendência: O mesmo vídeo da câmera do beijo, que gerou uma semana de comparações com a marca.

O que eles fizeram: A equipe recriou a cena do telão com um casal no meio de uma pizza, com uma legenda sugerindo que o homem era simplesmente fiel ao queijo — uma das onze respostas da marca monitoradas pela Marketing-Interactive naquela semana.

A lição: A piada era sobre a pizza, não sobre as duas pessoas. Essa pequena distinção decide se uma publicação envelhece bem ou se é apagada.

3. A Jet2 é dona do meme que o negócio criou acidentalmente

Jet2HolidaysJet2Holidays

A tendência: Uma frase de um antigo anúncio da Jet2 ressurgiu como o áudio mais comentado do verão de 2025, servindo de trilha sonora para milhões de vídeos de desastres durante as férias nas redes sociais.

O que eles fizeram: Em vez de emitir um comunicado sobre segurança da marca, a Jet2 publicou conteúdo em seus próprios áudios populares, promoveu um sorteio de dublagem e permitiu que os usuários criassem o que quisessem com ele.

O resultado: Em seus resultados provisórios, noticiado pela Euronews, a Jet2 divulgou o slogan após mais de 80 bilhões de visualizações globais em 11,8 milhões de publicações.

A lição: Quando a cultura online remixa a sua marca, a maneira mais rápida de perder é corrigir as pessoas. Um ótimo exemplo de não fazer nada bem.

4. A Amul coloca seu mascote no barco

Onam 2025: Amul recreates viral 'aura farming' video; netizens say 'vibe is  missing' | Today NewsOnam 2025: Amul recreates viral 'aura farming' video; netizens say 'vibe is  missing' | Today News

A tendência: "Aura farming" — a dança incrivelmente calma que um menino de 11 anos executou em um barco de corrida na Indonésia, e que jogadores de futebol e da NFL passaram o verão imitando.

O que eles fizeram: Para o Onam, o mascote da Amul fez a mesma dança no mesmo tipo de barco, vestido com trajes típicos de Kerala e óculos de sol — um meme global que se tornou culturalmente relevante para um mercado específico.

A lição: Uma tendência global se traduz melhor quando você a adapta a algo local que seu público-alvo já reconhece.

5. Nongshim aposta em uma participação especial pela qual nunca pagou

The 4 U.S. Stores Sell K-Pop Demon Hunters Nongshim RamenThe 4 U.S. Stores Sell K-Pop Demon Hunters Nongshim Ramen

A tendência: Netflix Caçadores de Demônios K-Pop tornou-se um sucesso estrondoso de 2025, e os telespectadores notaram que o macarrão na tela se parecia muito com o da Nongshim.

O que eles fizeram: A empresa começou a vender produtos com marcas conjuntas ligadas aos grupos do filme, e outras marcas de alimentos coreanas seguiram a mesma ideia.

A lição: Os usuários descobriram a conexão primeiro. Confirmar uma é melhor do que inventá-la, e aproveitar tendências raramente é tão fácil quanto isso.

6. Sam Adams deixa o Exército Tartan escrever o anúncio

Tartan Army: Scottish World Cup fans drink Sam Adams' Boston taproom dry,  prompting emergency beer deliveriesTartan Army: Scottish World Cup fans drink Sam Adams' Boston taproom dry,  prompting emergency beer deliveries

A tendência: Em junho, mês conhecido pelo dia dos namorados no Brasil, de 2026, a torcida escocesa chegou a Boston para a Copa do Mundo e esgotou os estoques de bebidas da cidade.

O que eles fizeram: A Boston Beer divulgou os números em vez de reabastecer discretamente: 91 barris de Boston Lager servidos em um único bar, quatro vezes durante o movimentado fim de semana do 4 de julho, além de quatro entregas emergenciais.

O resultado: A notícia foi veiculada na ESPN e na mídia do Reino Unido, e, em decorrência disso, uma rede varejista britânica voltou a importar a cerveja.

A lição: A Sam Adams não patrocinou nada. Ela apenas contabilizou o que estava acontecendo e divulgou em voz alta.

7. A Skoda Índia e a onda de falsos pedidos de desculpas

Skoda India apologySkoda India apology

A tendência: O formato "desculpe, mas não sinto muito" — um gráfico de desculpas sombrio que acaba se desculpando por ser bom demais.

O que eles fizeram: Skoda, Myntra, Haldiram's e outras empresas aproveitaram o assunto em alta para criar conteúdo em torno de brincadeiras envolvendo seus próprios produtos. Um estrategista citado pelo Gulf News observou que esse formato permite às marcas criar conteúdo que retoma o controle da narrativa, em vez de reagir de forma defensiva.

A lição: As tendências de formato são as de menor risco. Também são as que se esgotam mais rapidamente.

8. A Dairy Queen leva Taylor e Swift ao Super Bowl

Dairy Queen teases Taylor & Swift halftime show - Brand InnovatorsDairy Queen teases Taylor & Swift halftime show - Brand Innovators

A tendência: Após meses de especulação, especulava-se que Taylor Swift seria a atração principal do show do intervalo de um dos maiores eventos do planeta, o Super Bowl LX. Ela não foi.

O que eles fizeram: A DQ contratou os jogadores da NFL Tyrod Taylor e D'Andre Swift para um "Jantar do Intervalo Taylor e Swift", com uma brincadeira criativa regada a batatas fritas em que ambos ressaltam que não cantam.

O resultado: O estudo de caso da agência aponta que a DQ ficou em quarto lugar em engajamento na categoria durante a semana do Super Bowl — um aumento de 441% em relação ao ano anterior —, sem qualquer compra de mídia durante a transmissão do jogo.

A lição: Você pode aproveitar um boato para gerar viralização, e um bom product placement desde que a piada principal seja o boato e não a imagem da pessoa.

9. Burger King e Wendy's abocanham uma fatia maior do mercado

There's a "bite war" brewing on X over which CEO can take the biggest bite  out of their product burger : r/AsmongoldThere's a "bite war" brewing on X over which CEO can take the biggest bite  out of their product burger : r/Asmongold

A tendência: Em março de 2026, um vídeo do CEO do McDonald's fazendo um teste de degustação viralizou por causa de uma pequena mordida e alguns adjetivos bem corporativos.

O que eles fizeram: O presidente do Burger King filmou a si mesmo comendo um Whopper. O presidente do Wendy's nos EUA respondeu com um Baconator e uma alfinetada no Twitter sobre máquinas de sorvete.

A lição: Aproveitar-se de tendências da concorrência funciona quando a piada também serve como demonstração do produto que você já promove. Deixa de funcionar no momento em que passa a ser interpretada como crueldade.

10. KitKat transforma um roubo real em uma caçada humana

Internet pile-on turns KitKat theft into a marketing win for Nestlé |  Famous CampaignsInternet pile-on turns KitKat theft into a marketing win for Nestlé |  Famous Campaigns

A tendência: No final de março de 2026, ladrões levaram 413.793 barras de KitKat que estavam em trânsito pela Europa. Só a leitura desse número já virou notícia.

O que eles fizeram: A Nestlé tornou o assunto público e, em seguida, lançou um rastreador que permitia aos usuários verificar o código do lote da embalagem em relação à remessa roubada. Domino's, KFC e Ryanair aderiram à iniciativa, e a história correu o mundo.

O resultado: A Fortune relata que 2,2 milhões de pessoas interagiram com a ferramenta de rastreamento, e as visualizações diárias de vídeos da KitKat nas redes sociais saltaram de cerca de um milhão para 29 milhões.

A lição: Às vezes, a tendência é a sua própria má notícia, e o mundo inteiro já está observando. Participar é melhor do que um comunicado de imprensa.

11. A Asics responde ao outdoor de um concorrente em um dia

ASICS responds to Nike's controversial Boston marathon poster 👀 Hear from  ASICS Global Marketing Director at Famous Campaigns Live on April 29ASICS responds to Nike's controversial Boston marathon poster 👀 Hear from  ASICS Global Marketing Director at Famous Campaigns Live on April 29

A tendência: Dias antes da Maratona de Boston de 2026, uma placa em uma loja da Nike com os dizeres "Corredores são bem-vindos. Caminhantes são tolerados" incendiou as redes sociais no universo da corrida.

O que eles fizeram: A Asics instalou um outdoor perto do percurso — "Corredores. Caminhantes. Todos são bem-vindos" — e informou ao Front Office Sports que o fez porque todo movimento importa.

A lição: Os melhores cases de marketing de oportunidade são aqueles que já incorporam os valores da sua marca. A Asics não precisava de um novo cargo, apenas de uma impressora.

12. Ecco chega atrasado de propósito e mesmo assim ganha

Ecco capitalizes on Nike's Boston Marathon ad misstep with 'Walk your walk'  campaign | PR WeekEcco capitalizes on Nike's Boston Marathon ad misstep with 'Walk your walk'  campaign | PR Week

A tendência: A mesma reação negativa em Boston, dois dias depois, quando todos já haviam comentado.

O que eles fizeram: A Ecco exibiu outdoors com temática de caminhada, distribuiu 100 pares de calçados para pessoas que costumam caminhar e mobilizou equipes para pontos de incentivo ao longo do percurso, segundo a Campaign US.

A lição: Chegar em segundo lugar não tem problema se você chegar com algo para fazer em vez de apenas falar. O importante é contribuir para o momento dos memes com criatividade, não comentá-lo.

Quando a estratégia de aproveitar tendências dá errado: três exemplos de alerta para campanhas

A Nike avalia mal o ambiente em um evento emocionante

Nike removes controversial Boston Marathon sign after major backlash -  Canadian Running MagazineNike removes controversial Boston Marathon sign after major backlash -  Canadian Running Magazine

A placa pretendia ser uma piscadela para os corredores competitivos. Durante a semana da maratona — quando quase todo mundo caminha parte do percurso —, ela foi interpretada como uma tentativa de excluir quem não é corredor de elite. A Nike a retirou em menos de um dia e pediu desculpas por ter errado o tom. Nem todos concordaram com a decisão: a publicação
The Drum argumentou que a frase era "irreverente, não ofensiva" e que o recuo foi o verdadeiro erro. Essa divergência de opiniões costuma ser um sinal de que se está caminhando em uma linha tênue.

A confusão causada pela câmera do beijo envolveu pessoas reais

New Astronomer CEO describes 'unusual and surreal' attention following  Coldplay 'kiss cam' scandal | The IndependentNew Astronomer CEO describes 'unusual and surreal' attention following  Coldplay 'kiss cam' scandal | The Independent

O momento Coldplay rendeu algumas coisas realmente boas. Também gerou muitas postagens sobre duas pessoas privadas, identificáveis ​​e expostas, e seus casamentos. O buzz gerado pelas piadas ficou desconfortável ​​no momento em que o linchamento virtual deixou de ser sobre um telão e passou a ser sobre a vida dos envolvidos. Muitas dessas postagens tinham um tema diferente no terceiro dia.

O formato de pedido de desculpas falso foi copiado à exaustão

As tendências de formato têm um prazo de validade, e o falso pedido de desculpas corporativo acabou rapidamente: inteligente em setembro, irrelevante em dezembro, depois que todas as categorias já o haviam utilizado em suas campanhas. Formatos de conteúdo populares perdem o impacto quando deixam de ser uma descoberta. Estar na vigésima fase não é uma estratégia para aproveitar tendências — é um calendário de conteúdo vazio.

Como identificar e avaliar uma oportunidade de se apropriar de uma tendência com o YouScan

A pressa sem um processo de verificação é o que leva as marcas a aparecerem em artigos como este. Faça essas verificações em todos os candidatos antes que qualquer coisa chegue às redes sociais. Este fluxo de trabalho se encaixa em um período de duas horas, que é aproximadamente o tempo que as equipes de mídias sociais têm disponível.

  1. Configure alertas de pico para sua categoria, não apenas para sua marca. Monitore o resultado de termos relacionados a produtos, nomes de concorrentes e os interesses do seu público para identificar assuntos em alta enquanto eles ainda têm potencial de crescimento. Painéis de monitoramento contínuo de redes sociais superam o investimento na prática de depender de alguém que precise se lembrar de verificar o TikTok.

  2. Leia o contexto e o sentimento do usuário antes que alguém abra um arquivo de design. O volume indica a existência de uma tendência; o sentimento indica se é seguro interagir com ela. Algumas tendências são conversas, não formatos — uma hashtag viral sobre violência doméstica, luto ou uma prisão é como as marcas se tornam virais pelos motivos errados.

  3. Separe o calendário da cultura. O lançamento de um novo iPhone, o Dia das Mães, Dia dos Namorados, o Super Bowl — momentos programados são marketing de oportunidade, não oportunismo. Reserve sua capacidade reativa para as últimas tendências que ninguém previu.

  4. Verifique quem está dirigindo. Analise os dados demográficos e os interesses por trás da conversa e compare-os com os seus compradores. Tendências virais que atingem o pico com o público-alvo errado devem ser evitadas; as tendências relevantes são aquelas em que o seu público real já está presente.

  5. Pergunte onde tudo começou. Algumas tendências agora se desenvolvem onde a sua equipe não costuma rolar a tela, incluindo redes de agentes de IA — e é por isso que o YouScan adicionou o monitoramento do Moltbook. Uma frase estranha de se escrever, mas que também descreve o trabalho atual.

  6. Avance rapidamente por um caminho pré-aprovado. Defina antecipadamente quem aprova o conteúdo reativo e o prazo máximo de entrega. A maioria dos erros não se deve a falhas criativas, mas sim a falhas de aprovação, e os gestores de redes sociais raramente são os responsáveis ​​pelo atraso.

  7. Meça o que aconteceu depois. Monitore o volume de menções, a mudança de sentimento e a participação em relação a todos os outros que entraram na onda. Se seus relatórios não conseguem diferenciar um aproveitador de tendências de uma terça-feira normal, você não poderá defender o próximo, e o sucesso deixa de ser uma discussão de negócios.

A documentação da YouScan explica a funcionalidade de tendências, e nossa visão geral das ferramentas de análise de tendências compara as opções disponíveis. Assuntos relacionados: menções à marca, social listening versus monitoramento de redes sociais e como uma crise de reputação se desenvolve quando ninguém está observando.

A parte que a maioria dos artigos ignora

Todas as vitórias acima têm uma qualidade em comum: a marca compreendeu o contexto em que estava entrando antes mesmo de publicar qualquer coisa nas redes sociais. Todos os fracassos compartilham o oposto. A velocidade é o requisito, não a vantagem — todas as equipes de marketing do mundo são rápidas hoje em dia.

Os profissionais de marketing que se destacam nisso não são aqueles com as melhores ideias do dia. São aqueles cuja estratégia de aproveitamento de tendências lhes indica quais conversas evitar.

Pare de buscar picos de curto prazo e construa uma predisposição demonstrando credibilidade repetidamente. É menos empolgante do que "viralizar" e mais difícil de promover internamente. Além disso, é o que gera resultados cumulativos.

Para saber mais, confira nossos exemplos de marketing de guerrilha e os momentos culturais do mundo da moda.

Identifique a tendência antes dos seus concorrentes. Agende uma demonstração do YouScan e descubra se a detecção de picos e a análise de sentimento teriam apontado sua última oportunidade de trendjacking — ou evitado que você seguisse um caminho que quase deu errado.

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Perguntas frequentes

O que é trendjacking ou marketing de oportunidade?

O "trendjacking", ou marketing de oportunidade, ocorre quando uma marca se insere em uma conversa cultural em alta — um meme, um desafio, uma hashtag ou um momento compartilhado — para ganhar visibilidade e engajamento nas redes sociais sem investir em mídia paga. A estratégia aproveita o momento já existente em vez de criá-lo do zero. Quando bem executada, ajuda a marca a se manter relevante e demonstra consciência cultural. Por outro lado, se feita sem avaliar o contexto ou a adequação da tendência, pode se tornar um tiro pela culatra rapidamente.

Qual a diferença entre trendjacking e newsjacking?

O trendjacking aproveita uma tendência cultural com certa durabilidade, como um meme ou um desafio. O newsjacking aproveita uma notícia de última hora, como um escândalo corporativo. O marketing de momento, um terceiro termo relacionado, reage a um evento ao vivo específico, como uma premiação. A diferença prática está na origem: tendências vêm da cultura, notícias de manchetes e momentos de um evento único e programado.

Por que o aproveitamento de tendências às vezes dá errado?

Geralmente, o fracasso da estratégia de aproveitar tendências se deve ao contexto, e não ao momento. Os profissionais de marketing reagem ao volume de uma tendência — o quanto as pessoas estão falando sobre ela — sem se darem conta do que estão dizendo ou do porquê da existência da tendência. Tom inadequado, piadas às custas de pessoas reais e interpretações equivocadas do significado de uma hashtag são os erros mais comuns que levam a um efeito contrário ao desejado.

Como posso encontrar oportunidades de aproveitar tendências antes que elas atinjam o pico?

Configure o monitoramento em tempo real nas redes sociais para palavras-chave, hashtags e tópicos relevantes para seu setor e público-alvo e, em seguida, defina alertas para picos no volume de menções. Identificar uma tendência precocemente, enquanto o sentimento ainda está se formando e antes que os concorrentes respondam, oferece aos gestores de mídias sociais a melhor chance de criar algo relevante, em vez de chegar no vigésimo post com a mesma piada de sempre.

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